Quinta-feira, 28 de Abril de 2005
A pedra
Era um pedra pequenina
Que mal se via ou sentia
Esquecida na [sua] rotina
E em tudo o que existia

De acanhada dimensão
Estava lá [ninguém negava]
Sem hora nem pretensão
Apenas a curiosidade legava

E de tal tamanho exíguo
Se acabou por ignorar
O tempo a [em] si contíguo
Até o espaço [se] minorar

E de pequena se fez adulta
A pedra [quase grão parecia]
E depressa cresceu ulta
Alargando forma que merecia

[Porque há alturas em que crescemos por dentro...]
publicado por ridufa às 22:22
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2005
De cravo na mão
Frases ditas em canção
Sinais para seguir embora
Impacientes pela demora
De quem espera a acção

Nova esperança surge então:
Nada nem ninguém fica de fora
Anunciando já nova aurora
Sustentada pelo povo valentão

Épocas de rebelião
De uma outra hora
[Que não agora]
De cravo na mão




publicado por ridufa às 01:01
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2005
Esquecer
Lembro[-me de] momentos
Que não quero esquecer
Podem custar, podem doer
Mas negá-los é morrer

Recordo[-me de] mágoas
Que me fizeram quem sou
Alegrias que o dia apressou
Caminhos que atravessou

Evoco[-me em] sentimentos
Que a vida pareceu carecer
Deixando o vazio padecer
Como posso então esquecer?


publicado por ridufa às 07:27
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Domingo, 17 de Abril de 2005
Escolhas
Nem o passar das horas
Dos dias que demoras...
Nem o soltar de histórias
Que contas em memórias...
Nem o tempo que perdes
Naquilo que disperdes...
Nem a emoção que sentes
Na alegria que consentes...

... torna mais fácil o passar da vida que escolhes viver.
publicado por ridufa às 00:00
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2005
Parabéns
Fiel, amiga, companheira
Lutas numa tal cruzada
Que fazes de um ano nada
Como fase passageira
Genuína desde a primeira

[Parabéns Vela!!]
publicado por ridufa às 22:13
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Terça-feira, 12 de Abril de 2005
Chega... por agora
Chega de vazio pintado
De dia interminável
De noite incerto instável
De tudo e de nada recheado

Chega de pinturas no ar
Não há sol, nem há lua
Nessa minha tez nua
Banhada por ondas do mar

Chega de ar rarefeito
Custoso de se [me] dar
Que pressiona no quedar
De um sonho perfeito
publicado por ridufa às 09:57
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Quinta-feira, 7 de Abril de 2005
Ocaso
[...]

Contemplo um ocaso
Que por acaso
É um caso
Que dá muito azo
Aos sonhos que aso

[...]

Dias que vão, noites que chegam...
publicado por ridufa às 18:21
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