Domingo, 6 de Fevereiro de 2005
Canção dos prados pardos
Prados verdes por onde passo
Pardos de passado e de futuro
Prados onde o presente casso
Pardos juventude em maturo

Trovas que ouço nos prados
Torvas de sangue e de dor
Trovas de alegria e agrados
Torvas de amizade e amor
publicado por ridufa às 15:11
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18 comentários:
De ridufa a 11 de Fevereiro de 2005 às 10:02
pipetobacco: Perdeste-te noutros prados que de pardos em juventude, não são mais torvas as trovas ;) Bjs
De pipetobacco a 10 de Fevereiro de 2005 às 23:38
{ ... deixo-te um mimo: "onde eu andei [?] [perdido em teu leito] sonhei, e acordei em teus braços lançado [anseio] sei" © pipetobacco ... }{ beijos* }
De ridufa a 8 de Fevereiro de 2005 às 15:36
Cris: Tudo se constrói assim... não só o passado ;) Bjs
De ridufa a 8 de Fevereiro de 2005 às 15:34
António: Fico contente pelo facto da minha escrita ser do teu agrado... continuaremos [tu - espero - e eu] a escrever aquilo que nos vai na alma... ;) Bjs
De Cris a 8 de Fevereiro de 2005 às 13:04
É assim mesmo que se tece o passado... de alegrias e tristezas... de desalento e amor... de amizade... de vida... de recordações... Jinhos :)
De Antnio a 8 de Fevereiro de 2005 às 12:42
Sabes Ridufa, todos temos um pouco de poeta ou de poetisa. Basta que deixemos a alma falar e escutemos os sinais. As palavras e o que elas significam também são um pilar mestre no meu mundo e na partilha com os outros. E permitem ficar mais sábio(?) na vida à medida que prossigo a minha peregrinação nesta vida. Escrever poemas é uma forma de dizer muito com poucas palavras e dizê-lo criando algo. Partilhando alguma coisa boa. Daí a arte e o carácter único de algumas coisas escritas. Como as tuas. Bem esteve a "nossa" Sónia em dar-me a conhecer o teu blog. Bjs.
De ridufa a 8 de Fevereiro de 2005 às 12:21
António: Não sei que dizer perante tais elogios... não sou poetisa, nem pretendo ser... as palavras sempre foram o meu mundo, e delas faço o meu mundo... tanto melhor se for à luz de uma vela ;) Bjs
De Antnio a 8 de Fevereiro de 2005 às 11:48
Ridufa: A vela faz surgir as palavras e transforma-as...leva quem lê a transformá-las pelos cambiantes de luz, sombras, calor...as palavras respondem recriando-se, reinventando sentidos revelando significados. Cada letra cada sílaba, cada silêncio pode (re)criar um palavra nova...igual na grafia...mas diferente. Está aqui arte...arte da criação poética. bjs.
De ridufa a 7 de Fevereiro de 2005 às 18:55
analfabruto: Brincalhão ;) bjs
De analfabruto a 7 de Fevereiro de 2005 às 18:53
isto não é para quem quer... é para quem pode... (ou melhor, para quem consegue!)

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