Sábado, 9 de Outubro de 2004
Quem disse...?
[...]

Quem disse que as palavras
não amam as linhas ténues
em que são ditas e escritas
em folhas brancas de papel?
publicado por ridufa às 15:49
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26 comentários:
De ridufa a 11 de Outubro de 2004 às 22:05
sancie: Só as palavras que amam podem ser amadas por quem as lê ;) bjs
De sancie a 11 de Outubro de 2004 às 21:57
As palavras são amantes, são sempre amantes. Nossas, das linhas, do que for. Amam e são amadas e é o bastante.:)Beijos!
De ridufa a 10 de Outubro de 2004 às 15:21
Tiago: Vai-se andando. As palavras amam independentemente do resto... sentem quem as escreve e lê... sentem o que dizem e transmitem... ;) bjs
De Tiago a 10 de Outubro de 2004 às 12:29
Não sei :| . Quem disse? :b . Eheh, as palavras devem amar as circustâncias em que são escritas. Digo eu :X . Beijinhos. Espero que estejas boa.
De ridufa a 10 de Outubro de 2004 às 11:16
sefaxavor: Se essa partilha for desejada... estaremos perante a mais bela poesia :) bjs
De ridufa a 10 de Outubro de 2004 às 11:14
jneves: Elas amam-se num equilíbrio que as mantém juntas partilhando a folha em que são escritas... As palavras são toda a vivência da alma [ideias e sentires], colocadas em linhas ténues [limpas e inocentes] de não conhecerem o mundo... ;) bjs
De ridufa a 10 de Outubro de 2004 às 11:08
dhmpr: A imaginação também te corre nas veias pelas palavras ao contrário... As linhas aprisionam as palavras, mas é um falso aprisionar... nunca escreveste fora das linhas só para contrariar? ... E as palavras amam na mesma... ;) bjs
De ridufa a 10 de Outubro de 2004 às 11:04
O poeta triste: Mas as linhas não existem para serem amadas... são apenas pelas palavras imaginadas... desse amor nascem frases e versos... nenhum dos meus certamente ;) Bjs
De sefaxavor a 10 de Outubro de 2004 às 10:01
As palavras têm obrigatoriamente de amar as linhas porque estas são o navio que as leva ao seu porto de destino: a partilha. Beijos
De jneves a 10 de Outubro de 2004 às 09:36
As palavras amam essas linhas que, menos que ténues, são inexistentes, da mesma forma que amamos todos os que nos criam. Essas linhas, embora invisíveis, são parte dessas mesmas palavras, um pouco como são parte de nós todos aqueles que conhecemos e todos os momentos porque que passamos (ou deveria dizer que passam por nós?).

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